Coletânea: A Estirpe do Barão

A Maré de sangue
Escalda por Minh ‘alma
Assim sedenta como Dante
Se cala ao alvorecer da palma
A Coletânea “A Estirpe do Barão” apresenta uma série de poemas com a sutileza da nobreza e a acidez da realidade intempérie. Seco como o vinho, ardente como o purgatório. A vida do Barão se torna paradoxal ao descobrir-se vivo, ou mesmo morto dentro de si e do qualquer.

Por Ernani Valente

 O Amante

Cova de Vidro

 Pétalas Lúdicas

 Raio Laser

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